A cada segundo ficava eu a pensar
Será esse seu último suspiro?
E não me abandonava a sensação
De que seu leito logo seria um caixão
E não a maca de um ser quase esquecido.
Me doía a alma ver seus olhos fechados
Perdida em um sono tão profundo
E se ela tivesse um pouco de sorte
Não seria esse o sono que antecede a morte
Ou o sonho nostálgico de abandonar esse lugar imundo.
É assim que a vida segue
Como a sombra de algo que não existe
A flor com espinho, a infância triste
Um pensamento certo que se perdeu na mente.
domingo, 2 de dezembro de 2012
sábado, 20 de outubro de 2012
A sinfonia da minha dor
Aquele alguém bateu em minha porta.
-Não espere! Entre seja quem for.
O som do silencio tomou minha cabeça exausta
E toda tristeza pútrida da saudade do que me falta
Agora e o elemento mórbido que ameniza minha dor.
Suplicas de um sentimento eterno
De uma alma que pena e sofre enquanto vive
Que imaculada esconde algo que lhe fez feliz
Que perdida no sentimento lhe faz triste.
Não existe vida dentro de mim
Não existe som em minha voz
Toda dor de meu corpo se esvaiu
Eu e meu doce leito estamos a sós.
Meu gélido encontro com o sonho
Que a vida sempre ousou questionar
Quem te procurou foi o meu pranto
que tanto cansou de te esperar.
que tanto cansou de te esperar.
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Ode ao meu pranto
Amo o que você me faz sentir.
Devora minha alma que se rasteja na lemúria de um alegre traço de esperança mórbida.
Me faz andar em um caminho incerto,
com uma lágrima escondida atrás de um sorriso.
É o medo em sua forma singela. Tenho medo.
E esse medo me atormenta.
Já não me lembro o despertar.
É algo em sua aura, que repele meu pranto, e que entristece minha dor suave.
Mas tanto já se tem, que acostumei com meu sofrimento.
Devora minha alma que se rasteja na lemúria de um alegre traço de esperança mórbida.
Me faz andar em um caminho incerto,
com uma lágrima escondida atrás de um sorriso.
É o medo em sua forma singela. Tenho medo.
E esse medo me atormenta.
Já não me lembro o despertar.
É algo em sua aura, que repele meu pranto, e que entristece minha dor suave.
Mas tanto já se tem, que acostumei com meu sofrimento.
terça-feira, 24 de julho de 2012
Perdoe-me
Perdoe-me, é tudo que eu lhe peço... Perdoe-me.
Minha alma foi enterrada há muito tempo atrás.
Eu não esperava que isso se tornasse algo tão profundo
pra você.
Eu lamentaria por
você, mas meu coração foi congelado pelos meus erros do passado. Eu queria
estar com você, e te abraçar nos momentos em que você chora por minha culpa,
mas assim eu estaria agindo contra meus princípios.
Eu queria te ajudar a sobreviver a isso, mas eu não me
importo tanto assim para perder meu tempo com seus sentimentos estúpidos.
Não foi você quem disse que só os fracos e tolos sofrem?
Como se sente atuando no seu teatro que você fez para
tentar me atingir?
Você pode engolir suas desculpas e se lamentar sozinha,
eu não me importo o suficiente para te agüentar.
Eu queria pegar na sua mão e
secar suas lagrimas, e pelo menos uma vez te mostrar o que é voar, mas meu
interior me obrigaria a te jogar para baixo.
Eu queria por segundo me importar
com você.
Eu queria te olhar nos olhos e dizer que eu te amo, mas
eu estaria mentindo.
Te vejo sangrando por dentro, mas estou ocupada demais
para me preocupar.
Queria por um minuto mudar para te fazer feliz, mas eu
estaria perdendo vida, pois me apaixonei pelos meus pecados. Então morra na sua
melancolia... Eu te desprezo.
Os terrores que virão
A minha alma corroe só de pensar nos
terrores que virão.
Quero encontrar um motivo que me faça
querer ficar.
O temor de uma mente insana e sem
lembranças...
Os sentimentos de um coração cavo...
Os pensamentos de um ser mefistofélico...
Todos foram avisados desse ato sublime
Eu não vou me lamentar por vocês.
Vocês enrolaram a corda em seus pescoços
sozinhos...
O que me resta é apenas assentar em meu
trono e contemplar a minha gloria.
Nunca uma sociedade de domínios foi tão
gratificante.
Já fui um ser desestimado por todos que me
rodeavam...
E agora são vocês que estão sentindo toda
agonia que eu senti.
Como vocês se sentem sem suas funestas almas?
Como se sentem com seus corpos fétidos e
sujos?
A sucessora do demônio quer réplicas para
suas perguntas.
Agora vocês terão de percorrer o caminho
dos malditos,
Ajoelhados nos seus próprios pecados.
Vocês estão rodeados de demônios,
Mas como vencer o que não se pode enxergar?
Suas mentes esquizofrênicas já não guardam
nenhuma mísera lembrança,
Então deitem em suas covas e apodreçam,
Ate não sobrar uma efêmera poeira de suas
existências.
Nas mãos do demônio
Você
pede para que eu me ajoelhe me curve aos seus pés,
Mas
você nem terminou de construir nosso
castelo.
Você
pede para que eu me entregue em seus braços cortados,
Mas
não sabe ao menos pronunciar meu nome.
Então
queime sua capa preta, arranque seus olhos e tente enxergar quem esta a sua
frente. Existe um mundo real a sua volta.
Então
pare de fantasiar o mundo com seus sonhos estúpidos.
É
torturante ter que ouvir suas malditas historia inventadas.
Eu
me contorço em agonia, minha alma sufoca na sua presença, com você eu me sinto
como um brinquedo torto.
Repugna-me
tudo o que você faz...
Você
age como se um demônio dominasse suas mãos.
Você
quer se mostrar superior a todo o resto, mas você não é nada.
Eu
lamento a origem da sua existência. Eu lamento ter que sucumbir sua alma aos
poucos, mas você não me deixa escolha.
Você
se julga muito perverso, mas você é só uma criança assustada com medo do
escuro.
É
apenas um verme rastejando procurando a luz... Nada mais que um brinquedo nas
mãos do demônio.
Pesa-me a vida
Pesa-me a vida já.
O medo domina minha mente,
o desespero por estar rodeada de serpentes,
a agonia que vem me
enfrentar.
Pessoas pálidas e inquietas vivem suas vidas mortas,
com a cabeça ocupada, com preocupações fúteis,
sem dar importância a toda
dor sentida,
correndo contra o tempo,
vivendo um lamento, com
suas almas vazias.
Não quero viver assim, passar a vida dentro de um cubo preso, não
quero ser como eles, pessoas que se quebram contra a parede do desprezo.
A humanidade, contradição do paraíso...
Mártir da hipocrisia...
O fim dos sonhos.
O sofrimento me chama
O sofrimento me destrói
A angústia mora no meu coração
A melancolia me corrói
Isso me leva a depressão.
Sou serva de meu sofrer
A insanidade és minha nobreza
Estou à beira de um precipício
Quero amar minha tristeza.
Tento fugir do que não me persegue
Iníqua, minha vida é assim
Estou cheia dessa hipocondria
Não quero me prender dentro de mim.
O sofrimento me chama
A iniqüidade me derrota
Minha alma esta viva
Mas eu me sinto morta.
Minha raiva me ama
Ela é a única que quer me ver bem
Novamente o sofrimento me chama
Se eu não vou a ele, ele a mim vem.
Vou destruir minhas esperanças
Assassinar minha alegria
Menosprezando meu caráter
Conservando a maldita melancolia.
Retratando minha vida
Hoje minha vida se resume em uma desgraça.
Tudo que eu
quero pra mim ta indo embora pro alem.
Eu já não sou quem eu era antes. Eu
nunca fui quem eu deveria ser.
Pode nunca parecer... Mas eu estou sangrando por
dentro.
Perdida na morbidez do meu silencio.
O sofrimento me persegue
torturando minha alma.
A raiva se tornou uma nuvem negra envolta de mim.
Essa
melancolia que penetra em minha alma modifica minha mente, e faz eu me
perguntar por que eu ainda estou aqui viva.
Não importa o que façam, eu sempre
sinto que ninguém se importa com a minha existência.
São duas da madrugada e eu não consigo dormir.
O gelo de
minha garganta parece um fantasma que não consegue passar.
Esta tudo tão
quieto, calmo.
Sinto-me morta.
Deitada em um caixão, enterrada em um cemitério
tão vazio quanto minha alma.
O vento parece ultrapassar meu corpo, e eu me
sinto só.
Sinto sua falta
Sinto
sua falta. O que mais posso dizer? Sinto sua falta!
É
torturante ter que conviver com o eu te amo abafado pelo silencio, silencio que
você propôs. Tento te esquecer, e quanto mais eu tento eu lembro, e sofro... E
sofro...
Desejo
nunca ter te conhecido, assim talvez aparecesse em meu rosto um misero sorriso.
Angustia tormento, penetra minha vida amaldiçoada, sinto que alguma coisa
dentro de mim esta morrendo e eu não posso fazer nada. Você me mostrou o quanto
eu sou forte, e eu vi o quanto eu sou fraca. Eu tive a chance de tentar sair do
lodo, mas fui enganada por aquele que confiava.
Meus
braços são seu lar, então volte pra casa e me diga como se sente. Mas o medo
toma conta de mim, não sei se agüentaria ver você ir embora novamente.
Pergunto-me
se eu poderia ter chances no seu amor que se esvaiu, mas meus sonhos se
perderam quando você desistiu de lutar e fugiu.
Quando
chegar a noite entre as trevas do luar, te encontrarei quase sem querer, e você
vai me olhar, e com seu maldito desprezo, por alguns segundos vai me ignorar.
Eu
poderia continuar te amando por mais um segundo, talvez então, por mais um dia,
mas você desistiu muito rápido, e eu desprezo sua covardia.
Eu
estive ao seu lado ate quando não podia, fiz sua vontade e dancei no seu
ritmo... Mas pra você é só distração, eu sei que eu sou seu brinquedo
preferido.
Eu
me lanço inteiramente a mercê da tempestade, e tomo de volta de você o que é
meu, amaldiçôo a origem da sua existência, e acredito que você foi só um sonho que
minha mente esqueceu.
Até que...
Ainda
é você quem eu quero.
E eu
não disse nem metade do que eu tinha pra te falar,
Em
meu peito escondido está a dor e o desespero
E
sei que ao ouvir você iria chorar.
Você
nunca me perdoou
Desde
quando minhas palavras a você mentiu,
E
minha alma chora em cada momento que eu me lembro,
Do
sentimento que por mim você sentiu.
E
agora eu continuo mentindo,
Mentiras
que fazem eu não olhar pra trás,
Vivo
mentindo pra mim mesma para me manter viva
Dizendo
que eu não te amo mais.
Esse
é meu abismo, minha contra paz
E
assim será até o fim,
Ate
que esse sentimento esteja pútrido abaixo do “Aqui Jaz’
Ou
até que arranquem meu coração de mim.
Não deveria ser o suficiente
O que eu tenho ainda a esperar?
O meu medo é minha maior covardia,
e eu estou marchando cada vez mais ao
encontro da mediocridade.
O que esperar de um mundo que faz
parte de mim, mas que eu não faço parte?
O que mais eu posso esperar?
Os monstros do meu passado invadem meu
quarto e ainda corroem o que restou de mim.
Isso não deveria ser o suficiente para
eu desistir do meu fracasso?
Eu embaço minha alma e me afundo cada
vez mais na solidão.
Com a alma sobrecarregada eu quero
descer.
Quero encontrar o solo e alcançar o
equilíbrio de minha mente.
Todos em minha volta estão se
libertando, e minha alma continua encarcerada na treva de minha consciência.
Isso não deveria ser o suficiente?
Um amor morto
Te ver atiça meu desejo de te ter,
E cada vez que seu encanto se mostra,
Sinto por alguns instantes minha alma morta,
E a certeza de um sonho renascer.
Se ao te encontrar me desencontro,
E ao te lembrar de mim esqueço,
Minha tristeza perde seu encanto,
E o gosto amargo da vida desconheço.
Tão longe estas e não te encontro,
Mas quando perto me alenta,
Sua tristeza é meu precipício,
Sua ausência me atormenta.
Sinto-me triste por estar feliz,
E essa dor que se faz presente,
Vem te minha alma se rastejando e diz,
Que essa dor so quem ama sente.
E agora que não estais perto,
E temo a palavra jamais,
Pintei o meu céu de preto,
Chorei sangue ao ouvir o seu ate nunca mais.
Olhos da tristeza
É algo que não se aplica a uma frase,
algo que não se explica apenas se sente se converte,
se move dentro de
si.
Remói-se,
estraçalhada se vê nos olhos,
com a lágrima sangrenta fervendo como lava,
nos olhos de quem sente.
O pavor da perda do que não se tem,
nem tanto se quer ter,
sente a brisa gélida da raiva em seu rosto,
e você morre para não ter de morrer.
Peito morto e sepultado adormece imerso na penúria que um
dia lhe embalsamou.
Hoje a dor é um mero riso,
o ódio lhe convém,
quando enxuga a ultima lagrima viva,
nos olhos secos
que a tristeza tem.
Versos interminados
Vede a luz, a noite em gala se esconde.
Corpos putridos corroidos,
Os vermes saltam dos olhos da besta,
Como demonios pelo supremo esquecidos.
Asmodeus, julgando sua depravação.
Nessa noite escurecida existe,
Aquela que sempre vinha cantando,
Mas esta noite não, esta tão triste,
A lua apareceu chorando.
As estrelas viram a lua se escondendo
Sussurraram para ela ser forte
Mas a lua com sangue nos olhos e medo
Murmurou: vede a luz, aguardo minha morte.
A era das trevas começa
Deus esta vomitando
a alma dos seus filhos
Que se de inicio o
exorcismo dos vermes
A decomposição dos anjos carnívoros
Somos o resto da carniça que os vermes não quiseram comer
O demônio já nos julgou
Vamos queimar nossa carne podre no inferno
Nossos alimentos são os fetos da prostituta fracassada
Dos nossos olhos saltam a secreção do doente
Tão escuro imenso
A tristeza profunda
Corpos pútridos, imersos
Na terra escura, morada dos vermes.
As cruzes espetam o céu, negro
Carregado de estrelas mortas,
O rei cego, os demônios estão sepultando,
Com a trilha sonora do inferno,
A noite perde seu encanto.
Ando por uma Estrada totalmente desconhecida,Vivo em um lugar que não é meu,Resgato pessoas de minha mente esquecida,Insisto em uma vida que já morreu.Faço planos e invenções provisórias,Que se desfazem e caem em decadência,Vago pela noite em busca de felicidades ilusórias,E Dou valor a seres que desprezam minha existência.
Nesse mundo de incertezas, eu sou
a sua maior desgraça.
Não ande ao meu lado, pois eu
cutucarei suas feridas,
Matarei seus sonhos, destruirei
sua vida.
Você já destruiu minha quimera, e
me afastou do meu prazer,
Dedico minha vida morta para
sucumbir sua alma,
Apodreça em meus braços, eu te
levo para a eternidade.
Eu sacrifico meu espírito, e
corrôo minha essência,
Serei seu veneno em forma de
prazer,
Desprezando a origem de sua
existência.
Assim será meu ultimo suspiro
Como a folha de uma árvore que cai
Triste e silenciosa
Como a ferida pelo espinho de uma rosa
Como um sonho que nao volta mais.
Quero que assim seja em meu funeral
Não espero lagrimas quando me for
Desejo quem me amava em minha despedida
Não espero a presença do meu amor
O que em vida amei e que me tirou a vida.
Ande pelo vale da morte comigo
Sinta o cheiro pútrido da carniça
Veja o que eu vejo nos olhos da besta sobre o seu tumulo
Que transpira sangue, suor e malicia.
Coloque seu vestido negro
Inspirado na noite sem estrelas
Venha para o centro das cinco pontas
Feche seus olhos carregados e tente vê-las.
Aqui onde tudo esta perdido
E a olho nu se pode ver a decadência
Onde fracos e fortes são massacrados
E os curumins já perderam sua inocência.
Inexistência de um olhar
Eu queria
ver seus olhos mais uma vez,
Nem que
fosse por um segundo somente,
Ver o
brilho desse seu olhar,
O brilho
de olhar agora inexistente.
Só você
entendeu minha alma,
E me tirou
do abismo da decadência,
Minha
outra metade, meu outro eu,
O elixir
de minha existência.
Você
conheceu o meu “eu” humano,
Você me
ensinou a voar,
Os
melhores momentos da minha vida você proporcionou,
E hoje só
você me faz chorar.
Queria ter
ido com você,
E diluir
no ar com calma,
Sempre
lembrarei nossa existência juntos,
Tatuei seu
nome em minha alma.
Você
despertou um sentimento vago dentro de mim,
Você foi o
anjo do meu paraíso,
Lembro
como se fosse ontem,
O dia em
que sua ausência roubou meu sorriso.
Seus
braços foram meu lar,
Seu
sorriso foi a minha inspiração,
Enquanto
eu estava com você o medo morava longe,
Você era
minha proteção.
Você
preencheu minha vida com flores,
Moldou
minha vida como uma prefeita escultura,
E com a
mais terrível dor em minha alma,
Devolvi as
flores em sua sepultura.
Você me faz
Você me faz sentir coisas que eu nunca pensei que fosse
sentir,
Faz-me ficar enterrada em êxtase,
Faz-me ficar cada vez mais perto da minha quimera,
Faz-me viajar no além-mundo,
Faz de mim sua eterna prisioneira.
Faz-me permanecer na batalha depois do ponto de partida,
Faz-me desistir dos meus planos atrozes.
Faz-me esquecer o medo de voar...
Faz-me sentir que dentro de minha aura ainda existe uma
misérrima brisa de vida.
Você me faz querer ficar...
Por você eu invocaria meu precipício,
Eu abdicaria minha alma ao maligno,
Ofereceria meu sangue em sacrifício,
Apenas para mantê-lo vivo.
Pois enquanto eu ouvir sua respiração,
Enquanto seu coração estiver pulsando,
Parte de mim continuara viva,
Em algum lugar nas trevas te esperando.
Último e eternamente
Como eu queria te ter novamente!
Meu prazer e minha desgraça andam juntos.
Sinto ter te perdido. Mártir de meu sofrimento.
Um erro por mim cometido destruiu o meu presente,
E sinto que esse
presente vai viver por muito tempo.
Não sinto mais o abismo, mesmo querendo tanto,
O abismo que você
sente por mim, é o mesmo abismo que esta nos separando...
Cada vez mais...
Dói, mas sou forte, e vou ter que aceitar,
Que como um anjo que cai do céu não volta, você também
não vai voltar.
E se eu não posso te ter de novo, nao permitirei que
alguém novo,
Tome seu lugar em meu coração,
Mesmo que isso não vá mudar em nada, o egoísmo será minha
nova paixão.
E mesmo eu sendo inimiga mortal da felicidade,
Alegro-me e me orgulho em dizer que você foi o ultimo e
talvez o único,
Que meu coração amou de verdade.
domingo, 15 de julho de 2012
O canto das Nemias
Vou lentamente ao encontro da morte
Como um anjo que tem pressa de morrer
Sinto minha pobre alma envelhecer
Te quero sim, oh formosa morte.
Já ouço as nêmias me chamando
queri ir, encontrei o fél em meu prazer
Precisava de um motivo para esquecer
As nêmias para mim cantando.
O único motivo de minha amargura e dor
É ter que sempre levar comigo
Que um estranho que é meu amigo
Roubou meu férvido amor.
Hoje me contorço em agonia
Mas que outrora há de porvir
Assim que meu outro eu ouvir
Meus sentimentos em formas de poesia.
Como um anjo que tem pressa de morrer
Sinto minha pobre alma envelhecer
Te quero sim, oh formosa morte.
Já ouço as nêmias me chamando
queri ir, encontrei o fél em meu prazer
Precisava de um motivo para esquecer
As nêmias para mim cantando.
O único motivo de minha amargura e dor
É ter que sempre levar comigo
Que um estranho que é meu amigo
Roubou meu férvido amor.
Hoje me contorço em agonia
Mas que outrora há de porvir
Assim que meu outro eu ouvir
Meus sentimentos em formas de poesia.
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